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Ambientalista de Niterói
com maior número de iniciativas em defesa do meio ambiente, Gerhard
Sardo iniciou suas ações ainda na década de 80, quando
criou a ONG Grupo Caminhante Independente e participou da fundação
da Frente em Defesa da Serra da Tiririca, que deflagrou a campanha pela
criação do parque estadual.
Em 1990, o ambientalista
Gerhard Sardo liderou a primeira campanha da sociedade civil pela preservação
da Ilha Grande, no município de Angra dos Reis, com programas de
atividades de mutirões de limpeza das praias e trilhas, distribuição
de panfletos educativos e vigilância ambiental voluntária,
sendo responsável pela realização das primeiras operações
de fiscalização integrada de órgãos públicos
ambientais na região.
Em Niterói, além
da intensa campanha pela proteção da Serra da Tiririca,
o ambientalista Gerhard Sardo liderou mobilização junto
à opinião pública pelo tombamento da Praia do Sossego,
na Região Oceânica, estimulando a intervenção
dos órgãos públicos na conservação
da última área remanescente de vegetação de
restinga original no município. Após a vitória alcançada
com o ato oficial de tombamento, o ambientalista Gerhard Sardo encaminhou
às autoridades públicas uma proposta de criação
de um parque marinho na área e depois uma reserva ecológica.
Depois propôs a Câmara Municipal de Niterói minuta
de projeto-de-lei criando uma Área de Relevante Interesse Ecológico
na Praia do Sossego. Recentemente obteve sucesso com a proposta de criação
do Monumento Natural da Praia do Sossego, aprovada por lei municipal.
Pioneiro em trabalhos voluntários,
em 1991 o ambientalista Gerhard Sardo desenvolveu para crianças
carentes de Niterói o projeto de educação ambiental
Filhos da Natureza.
O complexo de florestas
da Serra Grande, que abrange vários bairros em Niterói,
num montante aproximado de 12Km2, vem sendo alvo das ações
do ambientalista Gerhard Sardo desde 1990, quando desencadeou a primeira
discussão pública sobre a necessidade de se criar um parque
municipal na região hoje conhecida como Reserva Ecológica
Municipal Darcy Ribeiro.
A defesa do animais também
foi objeto da ação do ambientalista Gerhard Sardo, que promoveu
várias manifestações de rua contra o extermínio
de cães e gatos em praças públicas, chegando a desenvolver
minuta de projeto de lei criando um Código Municipal e um Conselho
Municipal de Defesa à Vida Animal em Niterói.
Apesar de constantes ameaças,
o ambientalista Gerhard Sardo não recuou em suas contundentes denúncias
contra agentes poluidores do meio ambiente. Os embates ocorridos com os
desmatamentos provocados pelo Centro Evangelístico Internacional
e o loteamento Jardim Fazendinha, ambos na Serra da Tiririca, provam a
crença no exercício da cidadania ecológica.
A interdição
da empresa Mineração Inoã, que atuava impunemente
em uma área de 55 hectares de Mata Atlântica dentro do Parque
Estadual da Serra da Tiririca, tornou-se um marco para o movimento ambientalista
no Estado do Rio de Janeiro. O trabalho de articulação desenvolvido
pelo ambientalista Gerhard Sardo, como autor das representações
que resultaram na intervenção do Ministério Público
e demais órgãos públicos, foi essencial para o desfecho
favorável ao meio ambiente.
O embargo da iniciativa
de construção de uma subterrânea no Campo de São
Bento, com grande apelo popular, também ficou registrada como um
dos melhores momentos da ação de vigília do cumprimento
da legislação ambiental desenvolvido pelo ambientalista
Gerhard Sardo.
O turismo ecológico
e de aventura também foram estimulados pelo ambientalista Gerhard
Sardo, que executou a primeira programação de caminhadas
ecológicas gratuitas em Niterói, com plantio de árvores
e limpeza de trilhas através da campanha SOS Montanhas de Niterói.
Além das fronteiras
de Niterói, o ambientalista Gerhard Sardo esteve a frente de diversos
movimentos pela proteção ambiental, tendo providenciado
a suspensão de extração mineral ilegal no Canal da
Costa, em Itaipuaçu, Marica, e a intervenção do Ministério
Público a favor da Área de Proteção Ambiental
– APA do Engenho Pequeno, em São Gonçalo.
Junto ao Ministério
Público, o ambientalista Gerhard Sardo obteve a instauração
de número superior a cinqüenta inquéritos civis e criminais,
sendo responsável por várias iniciativas de ação
cível pública contra agentes degradadores do meio ambiente.
O desmatamento de 10 mil metros quadrados de floresta atlântica
no Forte do Pico, em Jurujuba, chegou a ser levado para apuração
junto a Polícia Federal em Niterói.
Enquanto membro titular
no Conselho Municipal do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos
– COMAN, o ambientalista Gerhard Sardo impediu a aprovação
de licença para construção de condomínio no
Córrego dos Colibris, na Serra da Tiririca, apresentando várias
propostas de resolução, como a que prevê a instituição
em Niterói dos Mutirões Ambientais.
Em Niterói, o ambientalista
Gerhard Sardo já organizou várias operações
de fiscalização conjunta entre órgãos públicos
ambientais com a participação de ativistas ecológicos.
Na condição
de membro titular na Comissão Pró-Parque, o ambientalista
Gerhard Sardo mediou a aprovação da proposta do perímetro
definitivo do Parque Estadual da Serra da Tiririca, garantindo a anexação
do Morro das Andorinhas ao patrimônio do parque florestal.
Como idealizador do Centro
de Referência de Justiça Ambiental – CEREJA, o ambientalista
Gerhard Sardo coordenou suas atividades e implementou intensa política
pública em apoio às iniciativas da sociedade civil pela
proteção do meio ambiente, sendo promotor de duas audiências
no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro com a intenção
de se criar a Vara Especializada em Meio Ambiente. Ainda à frente
do CEREJA, o ambientalista Gerhard Sardo realizou vários Mutirões
Ambientais e Audiências Públicas. Sua intervenção
na Ilha Grande resultou em várias instruções administrativas
por parte do Ministério Público e das autoridades públicas
em nível federal, estadual e municipal.
Eleito pela sociedade civil
para representar as Organizações Não Governamentais
ambientalistas da Região Sudeste do Brasil no Conselho Nacional
do Meio Ambiente - CONAMA, o ambientalista Gerhard Sardo vem exercendo
sua função de conselheiro titular em busca da democratização
das informações ambientais. Suas ações junto
ao fórum do CONAMA, vem repercutindo em posicionamentos do Ministério
do Meio Ambiente – MMA em favor dos recursos naturais.
Junto aos ativistas ecológicos
e lideranças comunitárias, o ambientalista Gerhard Sardo
esteve a frente de vários fóruns de ONGs como a Assembléia
Permanente de Entidades de Defesa do Meio Ambiente – APEDEMA/RJ,
a Frente de Defesa da Serra da Tiririca e o Fórum Niteroiense de
Ecologistas – FONECO. É reconhecido como idealizador do Comitê
de Defesa da Ilha Grande – CODIG e da Associação de
Moradores e Amigos do Vale da Penha – AMAVAPE.
Jornalista profissional
e especialista em análise e avaliação ambiental,
o ambientalista Gerhard Sardo já elaborou, e encaminhou às
autoridades públicas, diversos pareceres, relatórios e documentos
sobre a situação de ecossistemas ameaçados com propostas
alternativas para intervenção, como “SOS Montanhas
de Niterói” (1990), “Realidade Ambiental em Niterói”
(1998), “Relatório sobre o Parque Estadual da Serra da Tiririca”
(1999), “Rediscutindo a Política Ambiental de Niterói”
(2001), “Relatório sobre o Sistema Lagunar de Niterói”
(2003), entre outros.
Em 15 anos de ativismo
ecológico voluntário, o ambientalista Gerhard Sardo realizou
inúmeros seminários, palestras, debates, exposições
de vídeo e fotos, murais e atos públicos tendo o meio ambiente
e o exercício da cidadania como enfoques, tendo sido agraciado
com alguns importantes diplomas públicos como uma “Moção
de Aplauso” (1991) pela Câmara Municipal de São Gonçalo,
um “Título de Honra ao Mérito” (1991) e duas
“Moções de Aplauso” (1995/1999) pela Câmara
Municipal de Niterói e uma “Moção de Aplauso”
(1996) e um “Título de Cidadão Maricaense” (1997)
pela Câmara Municipal de Maricá.
Sua luta parece não
ter fronteiras ou barreiras.
E-mail:
gerhard.sardo@ig.com.br
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